sábado, 8 de setembro de 2012

Ando em uma constante confusão mirabolante, como se um bichinho requebrasse em minha mente de salto agulha. Já estou começando a rir da minha própria cara, ironizando minha própria confusão.

Aguardo a tranquilidade!

Amorizade

Aquela sensação de amar, mais não querer.
Pequenas mariposas voando na barriga, gaguejo, saudades.
Necessidade de um enlace, de um alguém.
Mais ao mesmo tempo, receio. Receio do fim de uma amizade.
Por isso, entre outros motivos e medos, preferir ficar como tudo está.
Permanecer amigos, porém, com vontade de amar!
Essa vontade de amorizade!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

[de meio medos]

Me admiro com essa certeza de proximidade.
Me assusta essa certeza de amor, de amizade.
Me amedronta todas essas promessas não feitas, essas juras não compridas.
Sobressaltada sobre quando vira a felicidade de alma.
Atemorizada com sustos, com idas e partidas.
Aguardando ansiosamente a chegada de tranquilidade, de liberdade.
Ando surpreendida com atos que não eram mais de se surpreender.
Ando com medo, medo de viver, de amar, e de ser feliz.
Indecisão me persegue por minutos, horas e dias.
Ando habituada a viver sem espontaneidade.
Mas um dia tudo se acalmará. Como um ditado popular: Primeiro a tempestade, depois o sol.

Monotonia


Chega de textos melosos, monótonos e enjoativos.
Chega de frescura, de mal humor, de antipatia. Então surgem duas dúvidas...
No que escrever? Querer escrever para se passar o tédio, ou até mesmo para simplesmente alegrar o dia. Mas, e as ideias?
Incrível como tudo some, menos o tempo. Incrível como há um espaço vago na mente, sem pensamentos, sem ter em oque pensar, em quem pensar. E assim, já começa a parte monótona, que eu queria mesmo era mandar pra longe, para um lugar bem distante.
Porque ta tudo assim? Vazio, sem graça. Eu quero farra, mais os minutos não passam. Nada se vai, nada se completa, e o mal humor começa. A sensação de abandono, e a monotonia continua. Xispa, some! Vá com Deus.
Acho que se precisa de alguém, de ninguém. De cobertas, uma cama aconchegante, um filminho na seção da tarde, talvez uma pipoca, uma compania interessante, o seu ser. O seu próprio ser. E assim, continua a coisa monótona, e é isso mesmo... Estou enfatizando tudo, e tornando a coisa pior, daqui a pouco sei que vou achar graça, vou ter oque fazer, e vou rir de tudo isso. Mais mesmo assim, que saco!
E de repente, sem mais nem menos, um telefone tocando, uma compania chegando, e a alegria voltando! Adeus monotonia.
Mas.... e agora? [ Como se termina? ]

domingo, 12 de junho de 2011

Queremos Paz

Pela paz que os jovens tanto querem
Pela alegria que as crianças tem na mão
Pelo esforço que os adultos querem mostrar
Pelas histórias que os mais velhos tem pra contar

Vamos deixar isso tudo acabar?
Só por causa da violência que anda por aí?
Não.
Vamos deixar,
Vamos fazer,
A paz acontecer.

O jeito é mostrar pros bobalhões,
Que a paz do bem,
Sempre vence a guerra do mal,
E que pra todos terem um final feliz,
Iremos virar aprendiz,
E guerriar até tudo,
Ficar Normal.


Karina Boing Uhlmann

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Saudade.

Saudade vai e vem.
Bem que essa saudade, poderia trazer você pra perto de mim.
Tenho tanto pra te dizer,
Pena que quando estou perto de ti falta coragem.
E depois eu fico falando sozinha,
Imaginando estar falando contigo.
Porém, a saudade é melhor do que caminhar sozinha.

Saudade é meio como fome,
Só passa quando se come a presença.
Mas as vezes a saudade é tão grande, que a presença é pouca.
E eu quero absorver a outra pessoa,
Para ele nunca mais se separar de mim.
Se bem que,
A saudade bate,
Quando o coração diz para onde ele quer voltar.
Também temos saudade do que nunca existiu.

A coisa nunca existiu,
E eu ja fico com aquela agonia,
querendo ver a pessoa que me deixa louca.
Saudades do jeitinho abobado,
e da gargalhada de criança.

Bem que,
Só pelo meu pensamento você ja poderia se teletransportar,
E aparecer bem aqui,
Na minha frente.
Pra me amar e me fazer cada vez mais feliz.


Karina Boing Uhlmann

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal.

Natal, tempo de recomeçar de forma mais otimista e brilhante.
Recomece olhando o mundo com os olhos cheios de amor.
Com a vontade e a esperança renovadas.
Sorria a cada estrela que brilha no céu lembrando que o natal
é época de unir corações e esquecer incertezas.
Desfrute de momentos de muita paz e harmonia.
Cante alto uma canção que encha sua vida de paz e os pulmões de ar.
Natal, época de se unir aos anjos fazendo o bem
com o coração transbordando de felicidade.
Renove suas esperanças.
Encha seu peito de felicidade.
Natal, época de esperar pelo melhor.
Época de FAZER o essencial.
Época de dar.
Receber.
Trocar.
Somar.
Aumentar o imenso amor existente dentro do seu coração.
Recomeçar os planos.
Traçar novas metas.
Esbanje a luz intensa que mora dentro do seu peito e
diga aos céus que o tempo é de recomeçar.
Fazendo sempre oque melhor você conseguir!
Vivendo a vida, com Jesus dentro de si.


Karina Boing Uhlmann